A grande revolução que o computador promove é permitir que as pessoas tenham várias informações ao mesmo tempo .
A tecnologia em nossas vidas é muito importante, principalmente para adquirirmos conhecimento,por meio de pesquisas. A Internet é uma biblioteca viva e interativa. Você pode pesquisar sobre qualquer título sendo assim indispensável no dia dia. Há muitos colégios que não adotaram a modernidade preferindo papelada, sim, as aulas em sala são importantes,mas por meio de computadores ficam mais interessantes e produtivas. Por isso devemos unir os dois, com certeza, para ampliarmos cada vez mais o nosso conhecimento.
Meus textos
quinta-feira, 17 de junho de 2010
DESTINO
Chegaram no horário combinado, sentaram-se à mesa do bar. Há muito tempo esperavam pelo reencontro. E foram a voz e a pergunta do garçom que interromperam o silêncio.
_ Apenas um café, respondeu Antônio. Bem forte, por favor!
_ Para mim ,um licor!De cereja.
_Hum ! Como isto é bom!
E sem que pudesse contê-las, enquanto sorvia o líquido, sobrevieram-lhe à mente as imagens dos licores que sua mãe fazia, caseiros, especiais: jabuticaba,tangerina,amora... e ela os servia com bolo de chocolate, que também era feito para os aniversários, mas foi a mão de Antônio que, subitamente, segurou a mão de Rosa, roubando dela as cenas que lhe tomaram os pensamentos: o primo Alfredo sorria na ponta da mesa; o pai, já magro e doente, insistindo em participar das longas conversas sobre as pessoas da família ; a mãe partindo o bolo, e porque era domingo, pedia para alguém ficar. De repente, o contato firme da mão de Antônio trouxe-a de volta. Como não reagisse, ele apertou-a para que não a deixasse: desejava não vê-lo distanciado.
A música começava a tocar outra vez. Em pé, diante dele,convidou-o para dançar.
Antônio segurou-lhe a mão, levantou-se e conduziu Rosa naquela dança que o fez recordar de alguns anos atrás. Depois que acabara a música, Antônio ficou olhando fixamente para Rosa e se perguntando porque não dera certo o relacionamento dos dois há três anos.
Será que foi culpa minha? Ou fora medo de Rosa de se entregar ao nosso amor!
Rosa sempre foi insegura, tinha medo de se apaixonar loucamente, eu nunca soube expressar o que sentia por ela . Seria o destino nos dando uma segunda chance, depois de tanto tempo?! Quando a olho sinto meu coração disparar, sinto borboletas em meu estômago,um calor que não posso explicar de onde vem.
Rosa, ali, vidrada no olhar de Antônio, pensando como seria a vida dela se tivesse se entregado a esse amor. Rosa também, toda vez que via Antônio percebia que as mãos suavam frio, o coração dela disparava, e sua respiração ficava ofegante. Enfim, os dois saíram daquele transe.
Antônio pegou no braço de Rosa, e, olhando-a docemente perguntou: “você não quer nos dar mais uma chance?” Rosa pensou: por quê deveria evitar esse amor, que a consumia, só por medo de ficar magoada”? O amor falou mais forte e ela cedeu. “Sim, Antônio, vamos nos dar mais uma chance. Agora que o destino nos aproximou, não devemos fugir dele outra vez. Eu te amo Antônio”. Um doce beijo selou o novo compromisso.
Caroline Basso - Oficina de Textos - Língua Portuguesa
_ Apenas um café, respondeu Antônio. Bem forte, por favor!
_ Para mim ,um licor!De cereja.
_Hum ! Como isto é bom!
E sem que pudesse contê-las, enquanto sorvia o líquido, sobrevieram-lhe à mente as imagens dos licores que sua mãe fazia, caseiros, especiais: jabuticaba,tangerina,amora... e ela os servia com bolo de chocolate, que também era feito para os aniversários, mas foi a mão de Antônio que, subitamente, segurou a mão de Rosa, roubando dela as cenas que lhe tomaram os pensamentos: o primo Alfredo sorria na ponta da mesa; o pai, já magro e doente, insistindo em participar das longas conversas sobre as pessoas da família ; a mãe partindo o bolo, e porque era domingo, pedia para alguém ficar. De repente, o contato firme da mão de Antônio trouxe-a de volta. Como não reagisse, ele apertou-a para que não a deixasse: desejava não vê-lo distanciado.
A música começava a tocar outra vez. Em pé, diante dele,convidou-o para dançar.
Antônio segurou-lhe a mão, levantou-se e conduziu Rosa naquela dança que o fez recordar de alguns anos atrás. Depois que acabara a música, Antônio ficou olhando fixamente para Rosa e se perguntando porque não dera certo o relacionamento dos dois há três anos.
Será que foi culpa minha? Ou fora medo de Rosa de se entregar ao nosso amor!
Rosa sempre foi insegura, tinha medo de se apaixonar loucamente, eu nunca soube expressar o que sentia por ela . Seria o destino nos dando uma segunda chance, depois de tanto tempo?! Quando a olho sinto meu coração disparar, sinto borboletas em meu estômago,um calor que não posso explicar de onde vem.
Rosa, ali, vidrada no olhar de Antônio, pensando como seria a vida dela se tivesse se entregado a esse amor. Rosa também, toda vez que via Antônio percebia que as mãos suavam frio, o coração dela disparava, e sua respiração ficava ofegante. Enfim, os dois saíram daquele transe.
Antônio pegou no braço de Rosa, e, olhando-a docemente perguntou: “você não quer nos dar mais uma chance?” Rosa pensou: por quê deveria evitar esse amor, que a consumia, só por medo de ficar magoada”? O amor falou mais forte e ela cedeu. “Sim, Antônio, vamos nos dar mais uma chance. Agora que o destino nos aproximou, não devemos fugir dele outra vez. Eu te amo Antônio”. Um doce beijo selou o novo compromisso.
Caroline Basso - Oficina de Textos - Língua Portuguesa
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